Projeto cultural terá aporte de R$ 50.000,00 dos governos estadual e federal

Foi lançado em (12/1) o Edital Criação e Formação – Diversidade das Culturas, por meio da Chamada Pública 12/2020, que conta com recursos da Lei Aldir Blanc. O edital é uma parceria entre a Secretaria da Cultura (Sedac) e a Fundação Marcopolo. As inscrições foram feitas entre 12 e 26 de janeiro, pelo site da Fundação Marcopolo.

 

O objetivo é selecionar projetos de pesquisa, criação, formação e qualificação nas seguintes áreas: Audiovisual; Artesanato; Artes Visuais; Circo; Culturas Populares; Cultura Viva; Dança; Diversidade Linguística; Livro, Leitura e Literatura; Música; Teatro; Memória e Patrimônio e Museus. Onde participaram pessoas físicas e jurídicas de direito privado (com ou sem fins lucrativos) que desenvolvam atividades em qualquer área ou segmento cultural, incluindo o setor técnico.

 

No total, serão executados R$ 20 milhões – 70% distribuídos para Conselhos Regionais de Desenvolvimento (Coredes), a fim de contemplar projetos de R$ 30 mil e R$ 50 mil de pessoas jurídicas, e 20% serão distribuídos em projetos de R$ 15 mil para pessoas físicas. Os 10% restantes, acrescidos do saldo remanescente das categorias anteriores, serão destinados a projetos de pessoas jurídicas de segmentos menos contemplados.

 

Os inscritos foram avaliados por uma comissão, composta por 40 pessoas de destaque na área de produção e gestão de cultura, composta por representantes de diferentes regiões do Estado, além de contemplar todos os segmentos relativos ao edital.

E dentre os projetos aprovados está o projeto cultural “Sem Memórias não há História”, idealizado pelo Inhacoraense Natan Rolim e apoiado pela prefeitura municipal de Inhacorá.

O Projeto Cultural “Sem Memórias, não há História” que agora contará com um aporte de R$ 50.000,00 foi criado com o intuito de realizar um resgate histórico, objetivando a preservação da cultura e da memória Inhacoraense.

Inhacorá é um pequeno município localizado no noroeste gaúcho com pouco mais de 2.300 habitantes, mas riquíssimo em história. O nome da cidade provém da língua indígena tupi-guarani e significa “campo cercado pela natureza”. Apesar de ter apenas 28 anos de emancipação, acredita-se que Inhacorá tenha cerca de 400 anos de história.

O direito à cultura e à memória dos povos são, inclusive, direitos e garantias da Constituição Federal de 1988.

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